Atendimento humano, sem pressa, onde você é ouvida antes de qualquer decisão cirúrgica.
A barriga não sustenta mais o tronco como antes.
“Parece que meu corpo não segura.”
Movimentos simples viram esforço.
Filho, sacola, mochila… tudo pesa mais.
Ombros projetados, barriga empurrada pra frente.
O corpo gasta mais energia pra se manter em pé.
Procedimentos realizados com tecnologia minimamente invasiva e suporte da cirurgia robótica, oferecendo mais precisão, menor agressão ao corpo e uma recuperação mais segura e controlada.
Atendimento conduzido por uma médica, aqui você pode falar sobre sua intimidade com liberdade, sem constrangimentos ou exposição diante de profissionais masculinos.
Tecnologia avançada aliada à experiência hospitalar sólida, garantindo decisões técnicas responsáveis e um cuidado cirúrgico baseado nos padrões mais atuais da medicina.
Um atendimento estruturado para ser acessível dentro da realidade de cada paciente, com transparência, orientação clara e foco na melhor decisão para sua saúde.
Sim, pode.
Com a queda do estrogênio na menopausa, há perda de colágeno, massa muscular e firmeza dos tecidos.
Isso pode deixar a parede abdominal ainda mais frágil, aumentando a sensação de barriga estufada, flacidez e dor lombar.
A boa notícia: fortalecimento adequado ainda ajuda muito nessa fase.
Em muitos casos, sim.
Mesmo após anos da gravidez, exercícios específicos para o core profundo (principalmente transverso do abdômen e assoalho pélvico) podem melhorar bastante a diástase leve a moderada.
Mas atenção, alguns tipos de exercícios são contraindicados ou precisam ser orientados por um profissional.
Ótima pergunta, porque muita gente confunde.
O exame físico já ajuda muito, mas ultrassom confirma com precisão.
Sim, quando há indicação adequada e avaliação clínica correta.
Mulheres entre 45 e 60 anos podem se beneficiar bastante da técnica robótica, principalmente quando há dor lombar, fraqueza abdominal ou hérnia associada.
Mas antes da decisão, é essencial avaliar:
A idade, por si só, não é impedimento.
Na maioria dos casos, sim.
A diástase enfraquece o centro de sustentação do corpo.
Quando a musculatura é reaproximada (com exercício ou cirurgia), a estabilidade melhora e muitas mulheres relatam redução importante da dor lombar e melhora da postura.
Não é só estética.
É função, equilíbrio e qualidade de vida.
Cirurgia do aparelho digestivo
Cirurgia bariátrica
Cirurgia de diástase abdominal